


artigo
João Lacerda Júnior
Diretor Comercial Simonetto/Grupo Duarte
O ciclo de vendas para arquitetos, designers e projetistas
Porque vender bem não é improviso, é método!
A impermeabilização aplica produtos específicos em superfícies expostas à intempéries climáticas e outros líquidos. Um projeto adequado garante organização e melhores resultados, evita retrabPara muitos arquitetos, designers e outros tantos profissionais de serviço, falar de vendas ainda soa como algo “menor”, quase um mal necessário entre a criação e a entrega. Mas a verdade é simples e direta: sem venda, não há projeto. Sem método, não há previsibilidade. E sem previsibilidade, não existe crescimento sustentável. (...)

artigos anteriores:

editorial
IA e Arquitetura:
a profissão além do desenho
Automação cresce, mas o futuro urbano dependerá de quem ainda sabe pensar a cidade.
A inteligência artificial inaugura uma mudança estrutural na arquitetura e no urbanismo porque não atua apenas como ferramenta, mas como força reorganizadora do trabalho intelectual. Sistemas já conseguem gerar estudos de massa, layouts habitacionais, simulações ambientais, cenários de mobilidade e imagens hiper-realistas em poucos minutos. Esse salto de produtividade desloca o eixo da profissão: o diferencial deixa de ser produzir desenho e passa a ser formular problema,interpretar contexto e construir estratégia. O arquiteto tende a migrar de executor técnico para agente de síntese, alguém capaz de traduzir demandas sociais, ambientais, econômicas e políticas em decisões espaciais conscientes. Em vez de competir com a máquina na velocidade, o campo passa a exigir profundidade de leitura territorial e capacidade crítica — atributos que ainda dependem da experiência humana.
Ao mesmo tempo, surge um risco silencioso: a padronização do pensamento projetual. Modelos treinados em grandes bases de dados tendem a reproduzir soluções médias, estatisticamente eficientes, mas culturalmente neutras. Se adotada sem filtro crítico, a IA pode estimular um urbanismo tecnicamente correto, porém desconectado da identidade local, da memória coletiva e das dinâmicas sociais específicas de cada território. Cidades não são apenas sistemas otimizáveis — são construções históricas, políticas e simbólicas. Nesse ponto, o arquiteto passa a ter papel ainda mais relevante como mediador entre eficiência tecnológica e complexidade humana, evitando que decisões urbanas sejam reduzidas apenas a indicadores de desempenho, custo ou produtividade espacial.
Debates internacionais já apontam que o futuro urbano dependerá menos da tecnologia isolada e mais da forma como ela será integrada a valores sociais e ambientais. Organismos como a ONU-Habitat defendem que cidades resilientes exigem articulação entre inovação tecnológica, inclusão social e sustentabilidade ecológica. Dentro desse cenário, a inteligência artificial tende a ampliar capacidade de análise, mas não substitui responsabilidade ética, leitura cultural nem sensibilidade política. O grande desafio da arquitetura não será aprender a usar inteligência artificial — será garantir que a lógica algorítmica não passe a definir sozinha o que é cidade, quem pode ocupá-la e quais vidas ela prioriza. O arquiteto do futuro será menos operador de software e mais curador de decisões urbanas complexas.
cursos, concursos e eventos
18 de março de 2026 | Caxias do Sul - RS
ITALIAN DESIGN DAY 2026
Regenerar espaços, objetos, ideias e relações é o tema discutido mundialmente na 10ª edição do Italian Design Day 2026, com foco na regeneração sustentável e ética.
A abordagem propõe repensar a estética, o uso e a narrativa do design, estendendo-se também aos ambientes virtuais e ao game design, com o objetivo de reconectar pessoas, contextos urbanos e processos.
A edição do Rio Grande do Sul trará novamente grandes nomes para o palco do IDD.
Evento presencial e gratuito. Vagas limitadas.
📍 Teatro UCS - Caxias do Sul/RS
🗓️ 18 de março de 2026
⏰ Início: 14 horas

escritórios

destaques especiais
depoimentos
o que pensam os profissionais sobre o portal escalahumana

destaques da Rádio Arquitetura

produções escalahumana
podcasts e videocasts
podcasts

[ESPECIAL] Neuroarquitetura para mentes criativas
Autora: Arquiteta Miriam Runge
Desde os primeiros abrigos humanos, a ideia de habitar sempre esteve ligada não apenas à sobrevivência, mas também à construção de identidade, memória e pertencimento. No artigo de autoria da arquiteta e urbanista Miriam Runge, desenvolvido para o projeto Neuroarquitetura para Mentes Criativas, o morar é apresentado como uma experiência que vai além do abrigo físico, conectando espaço, emoção e cultura ao longo da história humana.
Com a evolução das sociedades, as moradias passaram a refletir relações sociais, tecnológicas e culturais de cada época. Do fogo que reunia grupos nas cavernas às casas tecnológicas atuais, a essência permanece: o lar é onde se constroem relações, memórias e significados, muito além da estrutura física.
Habitar, portanto, é criar vínculos sensoriais e emocionais com o ambiente. Morar não é apenas estar em um lugar, mas construir identidade e pertencimento.
videocasts
Espaços residenciais: o significado de morar através da experiência sensorial e do tempo.

Pessoas que Inspiram
Apresentação Karina Rebello
Episódio #13 - Liderança que tem medo de conflitos
Neste episódio, Karina Rebelo recebe com muito carinho Fabrício Hansen, empreendedor e CEO do Supermercado MA, para falar sobre o poder de servir e atender pessoas com dedicação, empatia e propósito.Fabrício destaca que servir vai além do atendimento: é uma filosofia que também deve ser compartilhada com os colaboradores, inspirando cada um a fazer do cuidado e da conexão uma missão diária.























































